A onça do Fantinato – Chama! abre canal no YouTube

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E o Chama o Garçom! volta à Mercearia Fantinato para lançar mais um canal de informações sobre a boemia e os bares da cidade.

Agora, além dos textos contaremos com vídeos, podcasts e geolocalização, como dito no último post. Hoje, inauguramos nosso canal no YouTube.

E nada mais justo que voltar aos princípios do nosso trabalho e um dos maiores parceiros do Chama!. Lá no Fantinato, conversamos com o ilustre Diogo, garçom da casa e referência quando o assunto é carne de onça.

Enquanto ele preparava uma porção para a gente (inegavelmente também filhos de Deus), conversamos sobre o prato e o dia a dia do bar.

Podem saborear!

Tem novidades no Chama!

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Prezados boêmios (as),

É com grande prazer que anunciamos algumas mudanças estruturais no Chama o Garçom!, além da retomada de atualização do nosso conteúdo.

A partir de agora, além das resenhas habituais sobre os estabelecimentos da cidade, também pretendemos trazer para nossos leitores entrevistas, podcasts, canal no Youtube, georreferenciamento e um usuário no Twitter para você acompanhar mais de perto as novidades do blog.

Aproveitamos o bate-papo para anunciar a primeira vídeo-entrevista do blog, que vai ao ar amanhã, quinta-feira, 24/03.  Fiquem ligados e acessem nossos canais:

Twitter: @chamaogarcom

Youtube: www.youtube.com/chamaogarcom

Um brinde ao retorno!

O clássico Pudim

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Receber a alcunha de “Clássico” talvez seja a maior glória e o grande desejo de um bar. Não de parte dos novos, que surgem apenas com ambições comerciais, mas dos mais velhos e daqueles que querem algo além de um ano intenso de resultados, mas nenhuma perenidade – nem financeira nem na memória e ninguém.

E, justiça seja feita, o Bar do Pudim se encaixa nas duas definições: tanto é um dos mais antigos da cidade, quanto se preocupa em bem atender o cliente. E isso é facilmente notado por quem entra naquela portinha (sempre aberta, desde 1968) de frente à Praça do Redentor, mais (ou unicamente) conhecida como Praça do Gaúcho. Seja pela simplicidade em todos o ambiente, pela simpatia dos garçons e balconistas, pelos azulejos nada sofisticados na parede e pela cerveja gelada, como manda o figurino, sem necessidade de nenhuma invencionice,  o Pudim conquista o público desde sempre.

E se tem muita gente que possui uma relação mais séria e duradoura com um bar do que com um casamento, talvez o Pudim lance mão do mesmo artifício aconselhado pelas vovós  às moças na hora da conquista: o famoso “pegar pelo estômago”. É assim mesmo: você pode não gostar da simplicidade, do ponto ou de qualquer outro detalhe de lá. Mas reclamar da comida do Bar do Pudim, ah, isso é muito difícil.

Tudo começa quando o cidadão entra no bar e já sente um delicioso cheiro de alguns dos pratos ou acepipes que estão sendo feitos na hora. Nunca é diferente, afinal, o bar, durante todo o seu horário de funcionamento, tem pelo menos uma das mesas ocupadas. É impossível chegar ao bar, a hora que for, e ele estar vazio. Quase tão difícil é ver uma mesa sem um copo de cerveja e seu devido acompanhamento.

E nisso, ao sentir o cheiro, ver os pratos nas mesas e conseguir observar a cozinha, a chapa e os ingredientes logo ao fundo do bar, do lado de trás do balcão em “L”, a fome, ou pelo menos a gula – um dos, se não o mais justificável dos pecados capitais – já se salta aos olhos, corações e barrigas. E quando, então, vem o Miltinho, garçom prata da casa, e lhe oferece o cardápio com as várias opções, está dado o golpe de misericórdia em qualquer possível resistência que pudesse ainda existir.

A dificuldade, então, passa a residir entre quais (quase sempre no plural) petiscos serão os escolhidos da vez. Para os que prezam pelo clássico, a carne-de-onça figura entre os favoritos e faz forte concorrência frente à empadinha – bem recheada com palmito, frango ou camarão – uma das referências do local. Se a fome for maior, vale experimentar os sanduíches do Pudim. O “Pernil com Verde”, bem temperado e em boa porção, é um dos mais vistos nas mesas quadradinhas do bar. Tem ainda o clássico pão com bolinho, que agrada (e é recomendado) àqueles que pretendem forrar bem o estômago antes da bebedeira. Na lista ainda entram o bolinho de siri, o risóles de provolone, a coxinha de frango e demais quitutes característicos de bar.

E foi como que para comprovar toda essa autoridade que, em 2009, o Pudim venceu o prêmio de melhor boteco de Curitiba – conferido pela Revista Veja “Comer e Beber”. As honrarias coroam o trabalho de excelência do Miltinho e sua turma e renovam a esperança de que o adjetivo “Clássico” seja sempre objeto de cobiça dos proprietários de bares, botecos, e afins.

Serviço: O Bar do Pudim fica na Praça do Redentor, 322 – no bairro São Francisco. O telefone para contato é o 3323-1553 e o bar abre – de segunda à quarta – das 7:30h à 0h e – de quinta à sábado – das 11 à 1h.

Uma copa pra levantar canecos!

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Futebol e bar têm tudo a ver. Reunir os amigos, pedir aquela gelada e torcer (ou simplesmente apreciar) é um ritual quase unânime entre os fãs do esporte. Imaginem, então, no período de uma – tão bem quista, tão desejada e só realizada após longos intervalos de cada quatro anos – Copa do Mundo. Este sentimento cresce muito mais, assim como tudo que se refere ao esporte.

Os bares oferecerem promoções, criam horários especiais e decoram seus ambientes: tudo para atrair seus clientes nos horários nada ortodoxos em que as partidas costumam ser transmitidas por aqui.

Portanto, a coluna Chama o Garçom não poderia ficar de fora dessa edição especial e oferece aos leitores um pequeno guia – para todos os gostos e bolsos – de alguns dos bares de Curitiba que prepararam novidades para os torcedores.

Comecemos pelo Kaes Bar, que passou por ampla reforma recentemente e equipou os dois ambientes internos com televisores que exibirão todos os jogos do mundial. Isso mesmo, nunca houve uma desculpa tão boa para ir ao boteco às oito e meia da manhã!

Para atender as necessidades dos fanáticos, o bar oferecerá um cardápio diferenciado de café da manhã, assim como ‘shots’ personalizados e coloridos para várias seleções participantes (os quais indicamos que sejam consumidos apenas à noite, mas a escolha, é sempre do cliente/leitor). O ‘shot’ brasileiro, por exemplo, virá em uma mistura heterogênea nas cores da bandeira, composto por licor de menta, licor de banana e Curaçao Blue.

Para os jogos da nossa seleção o bar também preparou uma ótima promoção: cliente que tiver a caneca do Kaes (vendida por R$10), ganha uma rodada de chope grátis a cada gol do Brasil. Mais um motivo para torcer por goleadas (contamos com vocês, Luis Fabiano, Grafite e Kaká). O Kaes Bar fica na rua Manoel Pedro, 715, o telefone de lá é (41) 3039-5671.

Com uma proposta diferente, para quem acha que época de Copa é tempo não só de torcer, mas também de gastar muito, o Aos Democratas é outra opção. O bar lançou pacotes especiais para os jogos do Brasil na primeira fase e tem a expectativa de casa cheia, pois recomenda que as reservas sejam feitas antecipadamente.

São três possibilidades setorizadas: a do ‘Ambiente Democratas’ é a mais “humilde” – R$50 por jogo, que incluem a entrada no bar e uma camiseta especial. Um pacote intermediário é oferecido no ‘Ambiente Lapa’, R$120 por partida (ou R$100 por jogo, se adquiridos em pacote com as três partidas da primeira fase). Esse pacote inclui, além da entrada e da camiseta – água, refrigerante, suco, chope Brahma e petiscos à vontade. Finalmente, o ‘Camarote Brahma’, que possivelmente é o mais custoso de toda a cidade – R$250 cada partida (R$200 com os três jogos). Além de tudo que os anteriores já oferecem inclui também buffet de comidas quentes e frias, espumante e caipirinha. Para garantir seu lugar no Democratas, o telefone de lá é o (41) 3024-4496 e o endereço, é rua Dr. Pedrosa, 485.

Por sua vez, o Clube do Malte, bar especializado em cervejas e premium e na gastronomia para sua harmonização, traz três atrativos principais. Começa pelas “Barganhas do Clube”, que apresenta cervejas especiais em promoção durante os dias dos jogos; passa pelo “Palpite Campeão”, um bolão que dará kits da casa aos acertadores; e finaliza na gaveta com o “Desce Mais uma Rodada”, dando de bandeja, literalmente, uma rodada de chope a todos os clientes a cada gol marcado.

O Clube, que fica na Av Desembargador Motta, 2200, ainda contará com pratos especiais para cada dia dos jogos. Mais informações pelo telefone (41) 3014-9313.

Para fechar a conta e passar a régua, ou para o final dos 45’ do segundo, glo de placa da Mercearia Fantinato. Com a informalidade que vem ganhando clientes e deixando a casa sempre cheia, o bar não terá grandes modificações para a Copa. De maneira geral, só passará atender no turno matutino e colocará mais uma televisão para seus clientes não perderem detalhe algum dos jogos. O clima ameno, a simpatia da equipe e os pratos mais que brasileiros, já dão o sabor a mais para a torcida pelo hexa.

O Fantinato não irá cobrar entrada para a copa, apenas um adiantamento de 10 reais por pessoa (depois convertido em consumação), que servirá como reserva para os jogos. O endereço do bar é rua Mateus Leme, 2553. e o telefone: (41) 3023-1953.

Aproveite a época, vá aos bares e torça! De volta, só daqui a quatro anos…

Harmonia

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Essa é a proposta do Clube do Malte: harmonia. Esse ingrediente crucial em qualquer empreendimento é a proposta para o sucesso do local. A harmonia entre gastronomia e cerveja, restaurante e bar faz do estabelecimento um ponto agradável tanto para tradicional cervejinha com os amigos, quanto para um jantar com a namorada (desde que ela goste do néctar, claro).

Aliás, dizer cervejinha nesse caso pode parecer até heresia, pois a casa é voltada inteiramente para a bebida, tendo mais de 150 rótulos de cervejas nacionais e importadas, seis tipos de chope e um cardápio sofisticado e apetitoso. Entre as boas pedidas da casa estão as nacionais e já conhecidas Baden Baden, Colorado, Eisenbahn e Devassa, já no rol Internacional, destacam-se a Coopers, a Brooklyn e a Meantime.

O leitor deve estar ponderando que para tomar uma cerveja boa e diferente existem diversas opções na cidade, mas é aí que entra o supracitado ponto forte do local, a harmonização.

Pois é, aqueles acostumados a entrar no boteco e pedir sua cerveja já com intimidade de apelidos (tanto com a bebida, que pode ser a bera, breja e cerva, quanto com o garço, por sua vez mestre, doutor ou chefia), pode achar frescura esse negócio de uma cerveja premium que combina com um prato tal.

Mas é justamente aí que bares/restaurantes como o Clube do Malte ganham valor. É uma opção diferente do tomar a cervejinha no copo americano de um gole só e pedir a porção que mais vai matar a fome – prática a qual é considerada louvável. É algo com mais requinte, uma oportunidade de conhecer variedades e experimentar novos sabores, que, claro, também têm preço consideravelmente mais alto que dos bares de todo dia. Só que, com sete dias numa semana, quatro semanas num mês, 12 meses pelo ano e alguns destes pela vida, a diversificação de estabelecimentos e de seus tipos é, pelo menos, desejável.

E realmente é algo diferente. Experimentar, por exemplo, os sabores da Costeleta de Porco com Molho Smoke Beer, (muitíssimo bem) acompanhada de uma Fuller’s Indian Pale Ale (aos ainda não apresentados, uma excelente cerveja inglesa) é algo mais do que indicado.

E quem ainda está começando pelos caminhos das cervejas, não precisa imaginar qual aperitivo, queijo, sanduíche, prato ou sobremesa cai bem com qual rótulo ou tipo da bebida. No cardápio de comidas (sim, existe outro apenas para as cervejas) já tem tudo descrito, indicando a abençoada cerveja que lhe fará companhia naquele dia.

Numa ótima sacada do Clube, são disponibilizados os cardápios, cervejas, fotos e souvenirs em seu site: http://www.clubedomalte.com.br. Para facilitar, os horários de funcionamento, você já encontra aqui mesmo: é de segunda a quinta, das 9h30 às 23h30: às sextas, das 9h30 à 1h30; e aos sábados, das 16h30 à 1h30.

A boa nostalgia – Bons Tempos Bar

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Lembra daquele seriado que você assistia quando era pequeno e que nunca mais ouviu falar? Ou daquela propaganda que fazia você vibrar quando passava – mesmo que fosse interrompendo seu desenho predileto? Ou ainda aquela banda que musicou seus romances, quase romances, decepções e alegrias – como se todas as canções tivessem sido compostas de forma personalizada para você, no alto de seus 12, 15, 10 anos? É sempre bom relembrar os momentos que passamos, afinal, a nostalgia é um sentimento inerente aos seres humanos. Quem nunca exclamou: “Ah, bons tempos aquele em que…”

Pois bem, compreendendo esse sentimento tão trivial, o Bons Tempos Bar se apresenta como opção para ser o ponto de encontro dos acalorados debates e divertidas lembranças. Lá são exibidos clipes, trechos de filmes e seriados, desenhos, propagandas tudo remetendo aos anos 80, marcantes e saudosos para muitos. Para além de ver, é também possível reviver a época, “alugando” jogos como Genius, Uno, Pesca Mania e Pega Varetas, enquanto está no bar.

Se no quesito entretenimento o Bons Tempos é aprovado com louvor, em matéria etílica e gastronômica “não deixa a peteca cair”. Os anéis de cebola fritos são excelentes e, acompanhados de uma Devassa Loura bem gelada, são uma ótima opção para acompanhar debates peculiares ao local – “Nintendo ou Mega-Drive”, “Quem foi no show do Menudos”, por exemplo.

No entanto, é muito provável que a especialidade da casa sejam os pastéis. De diversos sabores, quentinhos e na medida no quesito fritura (nenhum cru ou suando gordura, enfim, como tem que ser). Escolhendo um deles, é possível pedir outra opção de cerveja ou ainda, de chope. A casa oferece parte da boa carta da catarinense Eisenbahn, outra das premium da Schincariol, destacando os chopes, como é o caso do o Weizenbier (de trigo), excelente pedida.

Já se preferir privilegiar a região e conhecer um bom produto que está cada vez mais comum em (bons) bares e restaurantes curitibanos, basta levantar a mão e pedir ao garçom um chope da Klein Bier, cervejaria de Campo Largo que acaba de completar um ano de vida. Não vai se arrepender!

Comida boa, bebida também, diversão mais ainda e, o que é muitas vezes o fator determinante, preço justo – nada de exageros, ou cobranças indevidas – finalizam a impressão sobre o Bons Tempos Bar. É só ir lá e lembrar de coisas que há muito tempo não vinham à sua cabeça e à de seus amigos. Surpresas e a gostosa saudade da infância são por conta da casa.

Mercearias

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E as sinceras desculpas pelo tempo que não aparecemos por aqui. Acreditem, nas “férias” e recessos se vai menos em bar do que nos famosos dias úteis (deve ser por isso que eles se chamam assim).

Mas, para reabrirmos esse boteco, um rápido post sobre uma coincidência – tanto vale a pena que não fala só de bares, mas de um restaurante.

É o seguinte: que os blogueiros que frequentam e ocasionalmente postam algo nessa página (eu e meu caro Fernando) têm uma grande admiração pela Mercearia Fantinato não é segredo para ninguém. E que um dos motivos para isso é o grande garçom Diogo, qualquer habitué do Fantinato sabe.

Mas e se eu disser que outra mercearia é tão bem servida de garçons quanto o bar do Wlamir? Pois é, mas desta vez trata-se de uma pizzaria: a Mercearia Bresser (na modesta opinião dos autores a melhor pizza de toda Curitiba).

Lá tem um ótimo time de garçons, liderados pelo maitré Vovô e com destaque para o seu Miguel, senhor sempre presente e com elegância inigualável, e pelo Júnior, com simpatia tão presente quanto à bandeja. O elogio não se limita a eles, mas a toda a equipe que com prontidão e solicitude só contam mais pontos para a Mercearia Bresser.

Vale conferir e já aproveitar o tempo para um Brahma Black, pelo menos!

Hasta!

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